quarta-feira, 1 de abril de 2015

AVISO! COMER ESPINAFRES? COM CERTEZA, MAS...

 
 

 
 
COMER ESPINAFRES? COM CERTEZA, MAS...
 

Dizem que, comer espinafres todos os dias torna o cérebro mais novo.... e aumenta o rendimento muscular

Atentem nesta informação que escrevi numa partilha dessas no FB:



Cuidado! Nos tempos áureos do "Popeye", o uso indiscriminado e talvez exagerado dos espinafres, pelas mães, MATOU algumas crianças muito pequenas nos US. 

Os casos foram abafados, evidentemente... Mas o facto originou que, entre os estudiosos se solidificasse a ideia de que os espinafres teriam uma "fracção letal" não identificada... que pode muito bem ser o vulgar e trivial "ácido oxálico" presente em muitos outros vegetais. 

Por isso, quando cozinhar espinafres (couves de bruxelas, etc.) JUNTE SEMPRE UMAS GOTAS DE VINAGRE... E não dê a crianças cujo alimento principal seja o Leite.


Respeitar as incompatibilidades é um bom princípio que o(a) coloca a salvo de perigos desta natureza...

 
Espinafres


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A seguir o estudo referido e partilhado no FB:

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Acaba de ser divulgado um estudo internacional, levado a cabo por investigadores da Rush University em Chicago, nos EUA, que garante que ingerir uma porção diária de espinafres ajuda a prevenir a demência. A garantia é dada por cientistas que acompanharam um grupo de 950 idosos durante um período de dois a 10 anos, monitorizando a sua dieta e as suas capacidades mentais. Os participantes, com uma média de 81 anos, foram submetidos a 19 testes. Os que comiam vegetais verdes como os espinafres e as couves todos os dias, uma a duas vezes por dia, registaram menores perdas cognitivas, asseguram os especialistas.

Em média, os membros desse grupo conseguiram atrasar o processo de envelhecimento mental por um período de cerca de 11 anos. A revelação foi feita, no início desta semana, numa conferência sobre biologia experimental, em Boston, nos EUA. «Perder a memória ou as suas capacidades cognitivas é um dos maiores medos que as pessoas vão ganhando à medida que vão envelhecendo. Aumentar o consumo de vegetais de folhas verdes é uma maneira simples, económica e não invasiva de proteger o cérebro da demência e da doença de Alzheimer», referiu Martha Clare, a investigadora que coordenou o estudo no evento.

Para a especialista, a explicação pode estar no facto deste tipo de verduras, muito apreciado em Portugal, ser rico em vitaminas como a K e nutrientes como a luteína, o ácido fólico e o betacaroteno. Esta não é, todavia, a primeira vez que o poder dos espinafres é enaltecido. Um estudo sueco, levado a cabo pelo prestigiado Karolinska Institute e divulgado em 2012 no Journal of Physiology, associava o consumo deste alimento a um reforço do tónus muscular, devido ao aumento da produção de proteínas nos músculos, tornando-os mais fortes e mais eficientes.

 
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Imagino o desespero das mães que "mataram" os seus bebés por acreditarem em "conclusões" deste tipo e por não terem sido informadas dos perigos, ao verem agora reeditada esta "conversa" sem   poderem gritar, para o Mundo inteiro ouvir, o seu desespero.

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Há muitas coisas, excelentes para adultos, com efeitos ainda mais marcantes quer quanto ao envelhecimento cerebral, quer quanto à resistência física: o chá de ALECRIM, por exemplo...
 
 
 
Alecrim, Rosmarinus officinalis

 
 





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sábado, 7 de março de 2015

Pílulas Contraceptivas Assassinas: Yaz, Yasmin e Diane 35...

Pílulas Contraceptivas Assassinas: Yaz, Yasmin e Diane 35...


Todas comercializadas pela Bayer

Notícia 1

Pílulas Yaz e Yasmin suspeitas de causar morte a 23 mulheres

Casos ocorreram no Canadá.

A canadiana Miranda Scott tinha 18 anos e fazia exercício numa elíptica no ginásio da universidade quando caiu no chão e morreu. Miranda foi uma das 23 jovens que desde 2007 morreram, no Canadá, por suspeita de complicações com a toma das pílulas Yaz e Yasmin. A notícia está a ser avançada pela imprensa canadiana que cita documentos do Departamento de Saúde. As pílulas Yaz e Yasmin são duas das mais comuns no mundo. Em Portugal e na Europa, os perigos foram revistos, mas as autoridades concluíram que os benefícios são superiores aos riscos. 



A causa das mortes dos casos referidos está relacionada com a formação de coágulos sanguíneos. Em 2011, um estudo da FDA, a agência norte-americana de medicamentos, referia que as pílulas contracetivas Yaz e Yasmin, do laboratório alemão Bayer, pareciam aumentar o risco de coágulos sanguíneos em maior proporção que os contracetivos orais mais antigos. As pílulas são muitas vezes apelidadas de pílulas da nova geração e incluem uma progestina sintética, a drospirenona, que é exclusiva da Bayer.

A autópsia a Miranda Scott, que morreu em 2010, revelou que a jovem sofreu uma embolia pulmonar e uma coagulação intravascular disseminada, reforçando a convição de Chip McClaughry, mãe de Miranda, de que foi a pílula que matou a filha. McClaughry juntou-se às centenas de mulheres canadianas que subscreveram uma ação judicial, já aceite, contra a Bayer que alega que as pílulas aumentam o risco de efeitos secundários, nomeadamente os coágulos sanguíneos. 

Nos EUA, a empresa já pagou milhões para resolver milhares de processos. Sobre as revelações no Canadá, a empresa disse à CBC News que continua a defender os seus produtos e que já recorreu da decisão de validação da ação judicial, alegando que não existe matéria de facto para o caso prosseguir na justiça. A Bayer deverá comparecer em Tribunal, em Ontário, no próximo dia 4 de setembro. 

Segundo a documentação agora revelada, entre 2007 e fevereiro de 2013, no Canadá, médicos e farmacêuticos reportaram 600 reações adversas e 23 mortes relacionadas com as pílulas Yaz e Yasmin. Mais de metade das vítimas mortais eram mulheres com menos de 26 anos, a mais nova tinha 14 anos. A maioria das mortes ocorreram pouco depois do começo da toma das pílulas, tal como aconteceu com Miranda que tomava o contracetivo oral apenas há um mês. 

Os advogados envolvidos nas ações legais afirmam que as mortes causadas podem ser mais, uma vez que muitos clínicos não estão ainda alerta para os perigos das pílulas. Em Portugal, fonte do Infarmed, explica estes efeitos secundários «são há muito conhecidos» pela classe médica. «É preciso ter em conta que as pílulas são tomadas por milhões de mulheres que não sofrem efeitos. Sabe-se, desde há anos, que as pílulas combinadas acarretam um risco muito raro de tromboembolismo venoso e que é preciso avaliar se nos casos referidos a pílula era a adequada», acrescenta. 

Esta não é a primeira vez que os perigos das pílulas de 3.ª e de 4.ª geração são associadas a mortes. Em janeiro deste ano, a agência de medicamentos francesa relacionou a pílula Diane 35, também comercializada pela Bayer, a quatro mortes por trombose venosa, depois de uma investigação que começou com a denúncia de uma jovem vítima de um acidente cardiovascular cerebral. A Agência Europeia do Medicamento (EMA) decidiu então rever os dados de segurança dos contraceptivos orais e em Maio concluiu que os benefícios da pílula superam os riscos associados de desenvolvimento de coágulos de sangue. 



O Infarmed esclarece ainda que «os contraceptivos orais combinados têm sido alvo de uma monitorização intensiva pelos sistemas de farmacovigilância nacionais, pelo que não existem razões para as mulheres pararem de tomar o seu contracetivo, mas em caso de dúvida, devem discutir este assunto com o médico assistente»

Em Portugal e na Europa, as autoridades concluíram que as pílulas da nova geração têm mais benefícios do que riscos

Notícia 2 


A morte de uma jovem de 22 anos poderá estar associada a uma das pílulas mais vendidas em Portugal: a pílula Yasmin, utilizada como contracetivo, mas também para o tratamento de acne. Carolina Tendon morreu subitamente com uma embolia pulmonar. 
  
O caso está a agitar a indústria farmacêutica e a preocupar milhares de mulheres. A família da vítima pondera processar o laboratório que comercializa a Yasmin. 
  
Carolina era dançarina, ao mesmo tempo que se preparava para concluir o último ano de medicina veterinária em Évora. Era saudável, não fumava e não tinha nenhuma doença diagnosticada. Morreu subitamente, com uma embolia pulmonar. 
 
«A minha irmã tinha um excelente relacionamento com a minha mãe. A minha mãe tinha sempre conhecimento de todos os passos que ela dava. E, debaixo deste choque, a minha mãe disse-me “Susana, foi a pílula que matou a carolina”», diz Susana Alves, irmã da jovem.

«Investigámos, procurámos saber mais. Recusámo-nos a aceitar a morte da Carolina como uma morte natural, porque de natural não tem nada. Era saudável, jovem, cheia de vida. Morreu subitamente porquê?», questiona.
  
A família nunca se conformou com o resultado simplista da autópsia, que confirmava apenas uma morte natural. As respostas chegaram quase um ano depois e eram a confirmação daquilo que há muito suspeitavam: a morte de Carolina podia estar associada à pílula que tomava – a pílula Yasmin, a chamada «pílula da nova geração». 
  
Um documento confidencial a que a TVI teve acesso da unidade de farmacovigilância do Infarmed dá como possível que a morte de Carolina esteja associada a esta pílula. Um documento datado de 3 de dezembro de 2014 diz mesmo: 
 
«A relação causal entre o medicamento suspeito e a reação adversa ao medicamento notificada foi classificada pelo perito clínico como possível, por se tratar de uma reação adversa descrita no resumo das características do medicamento e por ter uma relação temporal bem estabelecida».
  
«A família tinha conhecimento que a Carolina tomava esta pílula. Começou a tomar cerca de dois anos antes e recorreu a esta pílula como controlo do acne», relata a irmã. 
  
Durante esses dois anos, acrescenta Susana Alves, Carolina não teve qualquer reação adversa «que não fosse comum a qualquer outra pílula»: «Alguns enjoos matinais, quebras de tensão. Nada que nos levasse a pensar que ela corria perigo de vida». 
  
Não é a primeira vez que os perigos das pílulas de terceira e quarta geração estão associadas a mortes. No Canadá, suspeita-se que 23 mulheres tenham morrido depois de tomarem a pílula Yasmin. 
  
Um estudo da agência norte-americana do medicamento, que abrangeu mais de 800 mil mulheres, concluiu que estes medicamentos aumentam o risco de coágulos sanguíneos em maior proporção que os contracetivos orais mais antigos. Não foi por acaso também que a agência do medicamento francesa chegou a suspender outra das pílulas comercializada pela Bayer, a Diane35, também da «nova geração», associada a quatro mortes por trombose venosa. 
  
Só nos últimos quatro anos, foram vendidas em Portugal mais de 8700 mil embalagens de Yasmin, um medicamento que teoricamente obriga a receita médica, mas que em muitos dos casos é vendida livremente em qualquer farmácia. 
  
A TVI tentou ouvir o Infarmed que não mostrou qualquer disponibilidade para dar uma entrevista. Limitando-se a dizer que nenhum medicamento está isento de risco e que no caso da Yasmin foram efetuados estudos europeus que concluíram que os benefícios são maiores que o risco. 
  
Em Portugal há sete casos notificados no sistema de farmacovigilância relacionados com a pílula Yasmin, sendo um deles de morte. Na base de dados de vigilância europeia, só nos últimos quatro anos, há registo de 878 casos, 43 dos quais de morte. 
 
«Está registado na base de dados. E agora? Para mim isso é muito pouco. A minha irmã era demasiado importante para mim para que a morte dela seja um número numa base de dados»

  
 A TVI tentou ouvir também a Bayer, o laboratório que comercializa esta pílula que não mostrou disponibilidade para dar uma entrevista, limitando-se, por mail, a dizer que o perfil de segurança dos contraceptivos está devidamente testado com base em estudos clínicos.

Fim de transcrições

Talvez seja preferível usar um chazinho de arruda em caso de relação de risco

Arruda



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terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Lista de Plantas Abortivas Proibidas a Grávidas (II)

Atenção

Este texto reproduz, com pequenas alterações e melhorias, o texto inicialmente publicado com o título: 

2007-03-07
Plantas Que Provocam Aborto (II)

Os motivos da mudança estão especificados na página de origem


Existem vários outros textos sobre o tema neste blog. Comecemos a lista pelos mais recentes:







Tem também os textos sobre a Buchinha do Norte ou Cabacinha





Estes temas podem ser consultados, talvez de forma mais cómoda, neste outro blog: BUCHINHA DO NORTE

O texto transcrito de "Plantas Que Provocam Aborto II:

A tabela seguinte, contém o nome de algumas plantas abortivas com os respectivos efeitos e foi elaborada com a finalidade de prevenir a mulheres grávidas para se absterem de usá-las, porque esses acidentes acontecem, com alguma frequência, por desconhecimento....

Leiam com atenção
Convém ler os outros textos também., nomeadamente este: Plantas Que Provocam Aborto - Comentários

Atenção:
Algumas plantas têm, no nome, link para textos que as descrevem melhor, com fotos que permitem a sua identificação. Veja sempre esses textos para identificar melhor as plantas.



Foto de Chenopodium ambrosioides; Erva de Stª Maria; por aqui é mais conhecida como Segurelha. Uma das plantas que faz parte da lista abaixo. Nesta foto a planta antes de espigar e se encher de sementes



A tabela foi obtida com origem AQUI


A listagem está organizada da seguinte forma:
Nome botânico; Nome comum; Restrição (situações em que não se deve usar); Motivo (efeitos)
1. Aloé vera; Babosa; não usar na Gestação; provoca Hemorragia e aborto…
2. Anemopaegma sp; Catuaba; não usar na Gestação; provoca Aborto…
3. Angelica archangelic; Angelica europeia; não usar na Gestação; provoca Hemorragia e aborto…
4. Aristolochia sp; Jarrinha; não usar na Gestação; provoca Contracções e aborto…
5. Arnica montana; Arnica; não usar na Gestação e Amamentação; provoca Hemorragia e aborto, Vómitos e cólicas…

6. Artemisia absinthium; Losna; não usar na Gestação e Amamentação; provoca Contracções e aborto, Cólicas e convulsões…
7. Cassia sennae; Sene; não usar na Gestação e Amamentação; provoca Contracções e aborto, Diarreia no lactente…
8. Cassia tora; Mata pasto; não usar na Gestação; provoca Contracções e aborto…
9. Chenopodium ambrosioides; Erva de Stª Maria; não usar na Gestação e Amamentação; provoca Contracções e aborto, Vómitos e torpor…
10. Cinnamomum cassia; Canela; não usar na Gestação; provoca PIG…
11. Coix lacrima-jobi; Lágrimas de N. Senhora; não usar na Gestação e Amamentação; provoca Contracções…
12. Commiphora myrrha; Mirra; não usar na Gestação; provoca Hemorragia e aborto…
13. Copaifera sp; Copaíba; não usar na Gestação e Amamentação; provoca Teratogenia (Teratogenicidade) (?), Cólicas e diarreia…
14. Datura estramonium; Trombeta; não usar na Gestação; provoca Aborto…
15. Dianthus superbus; Cravo dos jardins; não usar na Gestação; provoca Aborto…
16. Elephantopus scaber; Erva grossa; não usar na Gestação; provoca Contracções e aborto…
17. Euphorbia pilulífera; Erva andorinha; não usar na Gestação; provoca Contracções e aborto…
18. Hedera helix; Hera; não usar na Gestação e Amamentação; provoca Contracções e aborto, Febre e convulsões…
19. Leonurus sibiricus; Erva macaé; não usar na Gestação; provoca Contracções e aborto…
20. Melia azedarach; Azedaraque; não usar na Gestação e Amamentação; provoca PIG e aborto, Vómitos e diarreia…
21. Mentha piperita; Hortelã; não usar na Gestação; provoca Teratogenia (Teratogenicidade)…
22. Mikania glomerata; Guaco; não usar na Gestação; provoca Hemorragia…
23. Myristica fragans; Noz moscada; não usar na Gestação; provoca Aborto…
24. Paeonia sp; Peónia; não usar na Gestação; provoca Teratogenia (Teratogenicidade)…
25. Phyllantus niruri; Quebra pebra; não usar na Gestação e Amamentação; provoca Aborto, Cólicas e diarreia…
26. Pilocarpus jaborandi; Jaborandi; não usar na Gestação; provoca Contracções e aborto…
27. Plantago major; Transagem; não usar na Gestação; provoca Contracções…
28. Polygonum acre; Erva de bicho; não usar na Gestação; provoca Hemorragia e aborto…
29. Portulaca oleracea; Beldroega; não usar na Gestação; provoca Contracções e aborto…
30. Prunus persica; Pessegueiro; não usar na Gestação; provoca PIG e aborto….
31. Punica granatum; Romã; não usar na Gestação; provoca Contracções e aborto…
32. Ramnus purshiana; Cáscara sagrada; não usar na Gestação e Amamentação; provoca Contracções e aborto, Cólicas e diarreia…
33. Rheum palmatum; Ruibarbo; não usar na Gestação e Amamentação; provoca Contracções e aborto, Diarreia no lactente...
34. Smilax sp; Salsaparrilha; não usar na Gestação; provoca Aborto…
35. Solanum paniculatum; Jurubeba; não usar na Gestação; provoca Aborto…
36. Tabebuia sp; Ipê; não usar na Gestação; provoca Teratogenia (Teratogenicidade)…
37. Zanthoxilum sp; Tinguaciba; não usar na Gestação; provoca Hemorragia e aborto…

LEGENDA:

Teratogenicidade – capacidade de provocar malformação
PIG (Pequeno para Idade Gestacional)– Retarda, prejudica, o desenvolvimento do feto

Nota:

Para efeitos abortivos estes métodos só podem ser usados logo a seguir à primeira falta da menstruação (regras) e o resultado deve obter-se em, no máximo, 10 dias. No caso dos condimentos de uso comum: raiz ou semente de salsa, canela, noz moscada, alecrim, etc. só se obtêm resultados com grandes sobredosagens (chás muito fortes), repetindo os tratamentos durante vários dias, e/ou tomando outros chás em simultâneo.


Outra foto de Chenopodium ambrosioides; Erva de Stª Maria; (Segurelha). Uma das plantas que faz parte da lista acima. Nesta foto a planta já espigou  e está cheia de sementes.


Actualizado em 2007-08-28
IMPORTANTE!

Por Favor Leiam Com Atenção!
Peço a todos os que aqui vêm que tenham em conta as seguintes considerações:
1 - A generalidade das perguntas e dúvidas que aparecem já foram respondidas várias vezes. Basta procurar, com calma e paciência, nos comentários dos textos relativos ao assunto. Aconselho a que façam a busca de baixo para cima (a partir dos mais recentes) porque as respostas foram evoluindo à medida que foi possível perceber quais as dificuldades e o que era necessário explicar.
2 – O modo de preparar e usar as plantas também já foi explicado várias vezes. Por vezes são indicadas dosagens diferentes, porque os casos também são diferentes (conforme há confirmação ou apenas suspeita; ou tão somente receio…), por isso devem ter em conta a situação concreta. Nos comentários existem também referências ao uso de diversas plantas, algumas com indicações concretas de como proceder. Talvez essas indicações possam ajudar.
3 – Se, depois de ler e reler, as dúvidas persistirem, procure localizar as plantas, converse com alguém que as conheça, pergunte e faça “cruzamento de dados” que tudo fica mais fácil.
4 – Muitos comentários são de pessoas que tiveram dificuldades (ou que simulam dificuldades). No entanto, comparando o número de comentários com o número de visitantes percebe-se que os comentários são uma minoria. Além disso ainda há que ter em conta que alguns desses comentários são forjados por pessoas que pretendem lançar a confusão e a dúvida, porque têm interesses económicos prejudicados com o uso destes métodos e/ou que “militam” em organizações ou professam “filosofias” que estão contra; mas, sobretudo, porque não têm vergonha, nem pudor, nem dignidade, nem honestidade: são gente sem formação, perversa e má. Nalguns casos é possível identificar esses comentários (séries de comentários) e eu já pensei em apagá-los, mas acho que não se justifica. Até porque, na hora de decidir (com calma e serenidade) deve-se SEMPRE ter em conta as eventuais dificuldades e tem de se estar preparado(a) para as vencer, ou então desistir antes de tomar o que quer que seja. Nestas coisas não se experimenta: ou se faz (tem de se fazer) ou então desiste-se antes. Assim nunca haverá motivos para arrependimentos dolorosos.
5 – Nestas coisas dos remédios caseiros não se devem seguir padrões, porque cada organismo reage de maneira diferente. Razão por cuja eu costume aconselhar que se comecem os tratamentos com doses "normais" e com apenas uma ou duas plantas e se reforcem as doses e/ou aumentem a quantidade de plantas SE FOR NECESSÁRIO.

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